sexta-feira, 24 de maio de 2013

MIDIACE - Série: "Cartões Postais do Brasil"


Descrição do cartão postal de Brasília: Palácio da Alvorada

Fonte: Rubens Chaves/Pulsar Imagens
Legenda: Palácio da Alvorada em Brasília, Distrito Federal, 2006.
A foto colorida mostra a fachada de um dos ícones da arquitetura moderna brasileira. A construção do Palácio da Alvorada é horizontal, revestida em mármore e vedada por cortinas de vidro. A obra é constituída por pilares externos brancos largos na base que se estreitam formando um vértice no topo dando leveza a arte concreta, e remetem às redes estendidas em varandas. À esquerda, há quatro pilares e à direita seis, no centro, uma larga estrutura envidraçada que permite a entrada de luz natural nos aposentos do palácio. Aparentemente a obra é plana, porém, há três pavimentos em seu interior. Ao fundo, algumas árvores e à frente, um vasto gramado sob o céu com nuvens esparsas. 
Fim da descrição.

Roteiro e narração: Marcia Oshiro 
Supervisão: Marcos Fidalgo

Link: http://www.midiace.com.br/index.php?conteudo=exposicao

quinta-feira, 11 de abril de 2013

“Partly Cloudy” com AD




“Parcialmente Nublado” - animação realizada pela Pixar Animation Studios.
Diretor: Peter Sohn
Produção: Kevin Reher
Música: Michael Giacchino




Roteiro de AD: Marisa Pretti e Marcia Oshiro
Narração: Marcia Oshiro

sábado, 23 de março de 2013

Descrição da capa do livro “O Menino dos Dedos Tristes” pela autora e audiodescritora portuguesa Josélia Neves



Capa

Fundo azul forte, contornado a branco . Ao centro, atravessando a capa de um lado ao outro e ocupando todo o centro da capa, como se de uma fotografia se tratasse, um retângulo ligeiramente enviusado e contornado a branco apresenta apenas um detalhe de um rosto pintado sobre tela : dois grandes olhos. Por baixo, em letras brancas o título do livro: “o menino dos dedos tristes”. No canto superior esquerdo , num pequeno retângulo verde, ao alto, a palavra “infantil”; no canto superior direito dentro de uma nuvem que parece uma flor, a frase “livro vencedor do Prémio Lusofonia 2011; ao fundo, no canto inferior direito, dentro de um retângulo branco , as palavras “inclui CD com versões em formato alternativo” ; e no canto inferior esquerdo, o logótipo da editora: a palavra “alfarroba” a verde sobre um pequeno ramo de três hastes em tom cinzento.

Detalhe: olhos

Sobre um fundo azul surgem dois grandes olhos, de cantos descaídos, com enormes Iris em tons de azul . As pupilas são negras e dilatadas, manchadas ao centro com pequenas voltas brancas. De um lado e outro, equilibradas sobre pestanas finas , brilham duas pequenas estrelas amarelas. Entre os olhos adivinha - se a cana de um nariz estreito e a contornar o rosto, alguns cabelos soltos em tons de castanho dourado.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Kemi Oshiro representa a audiodescrição brasileira na International Telecommunication Union

Prezados amigos e colegas audiodescritores,Escrevo para dividir com vocês uma experiência que tive e que acredito que pode somar ao trabalho que desenvolvemos no campo da audiodescrição no Brasil. Como vocês sabem, sou,  neste momento, estudante de Mestrado em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais Contemporâneos, na Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona. Desde que cheguei aqui, percebi que, apesar da Espanha ser “pioneira” nesse quesito,  as lutas, batalhas e dificuldades enfrentadas se parecem muito com as nossas. Infelizmente poucas são as pessoas  que sabem, de fato, o que é e pra quê serve a audiodescrição. Aproveitando que estou aqui, e buscando uma ajuda  para a revisão da minha tese, tive o imenso prazer de conhecer a professora Pilar Orero, da Universidade Autônoma  de Barcelona. Quando conversamos sobre audiodescrição, pude falar um pouco mais, apesar da professora Pilar  conhecer bem a realidade brasileira na área: que temos no Brasil esse mercado em franca expansão, de como estamos  fazendo a audiodescrição ser conhecida no país e que temos esperanças, sim, no futuro e no desenvolvimento dessa  ferramenta de acessibilidade. Reconhecemos, claro, que ainda há um longo caminho pela frente, mas sabemos que já demos os primeiros, e muito importantes, passos rumo a esse progresso. A partir desse primeiro encontro, a professora  me convidou para participar de uma reunião de trabalho do Grupo de Acessibilidade da ITU (International Telecommunication Union), que aconteceu nos dias 21, 22 e 23 de janeiro desse ano, em Genebra na Suíça. O grupo teve início em 2011 e  busca estudar a acessibilidade na mídia aberta (rádios e tevês) do mundo e propor sugestões para torná-la, cada vez mais,  acessível. O grupo está dividido em 11 sub-grupos (A, B, C, D…). Coordenado pela professora Pilar, o grupo B trata do tema:  Audio/Video Description e Spoken Subtitles, e foi nesse grupo que eu tive a honra de poder participar levando um pouco da  nossa realidade brasileira em audiodescrição. Nosso trabalho durante os três dias de encontro foi intenso e as sugestões  buscam abranger a todas as realidades de mídia aberta no mundo. Isso porque deve-se levar em consideração a realidade  da mídia mundial – seus alfabetos, formas de escrita, utilização da “safe area” da tela da televisão, e outras até bem técnicas  como o sistema de transmissão usado pelos países…O documento, que ainda não é o final, nos deixou satisfeitos, porém,  toda a contribuição é bem-vinda. Ele deverá ser entregue em março e o grupo, que já teve encontros no Japão, Tokyo; Canadá,  Toronto e Suíça, Genebra; segue os trabalhos na área propondo outras sugestões e aliando isso a outras frentes de  atuação da ITU. Abaixo, deixo os links de contato com o grupo. Vale lembrar que esse grupo é aberto e todos podem  participar – basta procurar um dos coordenadores e ver se a participação remota ou presencial é aceita.Facebook:  http://www.facebook.com/accessiblemedia?fref=ts. ITU Website: http://www.itu.int/en/ITU-T/focusgroups/ava/Pages/default.aspx Grupos de trabalho do Focus Group. A: Captioning;B: Audio/Video description and spoken captions;C: Visual signing and sign language; D: Emerging access services;E: Electronic Programming Guides and on-air promotion;F: Participation and digital media; G: Digital Broadcast Television;H: IPTV;I: Mobile and handheld devices;J: Key Performance Indicators;K: Access of Working Procedures. Mais uma vez, me coloco à disposição de todos vocês para ajudas, sugestões, trabalhos, enfim… espero continuar contribuindo  com o trabalho de todos e trabalhando pelo crescimento e progresso da audiodescrição no Brasil. Contem comigo. Um abraço, Kemi Oshiro.



“Prezados amigos e colegas audiodescritores,

Escrevo para dividir com vocês uma experiência que tive e que acredito que pode somar ao trabalho que desenvolvemos no campo da audiodescrição no Brasil.

Como vocês sabem, sou, neste momento, estudante de Mestrado em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais Contemporâneos, na Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona. Desde que cheguei aqui, percebi que, apesar da Espanha ser “pioneira” nesse quesito, as lutas, batalhas e dificuldades enfrentadas se parecem muito com as nossas. Infelizmente poucas são as pessoas que sabem, de fato, o que é e pra quê serve a audiodescrição.

Aproveitando que estou aqui, e buscando uma ajuda para a revisão da minha tese, tive o imenso prazer de conhecer a professora Pilar Orero, da Universidade Autônoma de Barcelona. Quando conversamos sobre audiodescrição, pude falar um pouco mais, apesar da professora Pilar conhecer bem a realidade brasileira na área: que temos no Brasil esse mercado em franca expansão, de como estamos fazendo a audiodescrição ser conhecida no país e que temos esperanças, sim, no futuro e no desenvolvimento dessa ferramenta de acessibilidade. Reconhecemos, claro, que ainda há um longo caminho pela frente, mas sabemos que já demos os primeiros, e muito importantes, passos rumo a esse progresso.

A partir desse primeiro encontro, a professora me convidou para participar de uma reunião de trabalho do Grupo de Acessibilidade da ITU (International Telecommunication Union), que aconteceu nos dias 21, 22 e 23 de janeiro desse ano, em Genebra na Suíça. O grupo teve início em 2011 e busca estudar a acessibilidade na mídia aberta (rádios e tevês) do mundo e propor sugestões para torná-la, cada vez mais, acessível.

O grupo está dividido em 11 sub-grupos (A, B, C, D…). Coordenado pela professora Pilar, o grupo B trata do tema: Audio/Video Description e Spoken Subtitles, e foi nesse grupo que eu tive a honra de poder participar levando um pouco da nossa realidade brasileira em audiodescrição.

Nosso trabalho durante os três dias de encontro foi intenso e as sugestões buscam abranger a todas as realidades de mídia aberta no mundo. Isso porque deve-se levar em consideração a realidade da mídia mundial – seus alfabetos, formas de escrita, utilização da “safe area” da tela da televisão, e outras até bem técnicas como o sistema de transmissão usado pelos países…

O documento, que ainda não é o final, nos deixou satisfeitos, porém. toda a contribuição é bem-vinda. Ele deverá ser entregue em março e o grupo, que já teve encontros no Japão, Tokyo; Canadá, Toronto e Suíça, Genebra; segue os trabalhos na área propondo outras sugestões e aliando isso a outras frentes de atuação da ITU. Abaixo, deixo os links de contato com o grupo. Vale lembrar que esse grupo é aberto e todos podem participar – basta procurar um dos coordenadores e ver se a participação remota ou presencial é aceita.

Facebook: http://www.facebook.com/accessiblemedia?fref=ts
ITU Website: http://www.itu.int/en/ITU-T/focusgroups/ava/Pages/default.aspx

Grupos de trabalho do Focus Group.

A: Captioning;
B: Audio/Video description and spoken captions;
C: Visual signing and sign language;
D: Emerging access services;
E: Electronic Programming Guides and on-air promotion;
F: Participation and digital media;
G: Digital Broadcast Television;
H: IPTV;
I: Mobile and handheld devices;
J: Key Performance Indicators;
K: Access of Working Procedures.

Mais uma vez, me coloco à disposição de todos vocês para ajudas, sugestões, trabalhos, enfim… espero continuar contribuindo com o trabalho de todos e trabalhando pelo crescimento e progresso da audiodescrição no Brasil.

Contem comigo.

Um abraço,

Kemi Oshiro”

Fonte: http://www.blogdaaudiodescricao.com.br

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Do livro "Travessias & Turbulências" organizado por Kemi Oshiro



Capítulo "Quem São Essas Pessoas?" do livro "Travessias & Turbulências" organizado pela jornalista e audiodescritora Kemi Oshiro.
Narração: Marcia Oshiro

LINK: http://youtu.be/t67e1GGvlaQ

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Audiodescrição da maquete do Hotel Furiel Bela Vista do arquiteto Sergio Roesch da Silva



A fotografia em fundo amarelo mostra a maquete de um hotel de luxo moderno, o hotel Furiel Bela Vista. O projeto apresenta dois  prédios retangulares: um de dois pavimentos na parte frontal do terreno, destacado por linhas arquitetônicas horizontais e que  contem a recepção, lounge, café e restaurante e também um centro de eventos. Atrás do prédio frontal há outro, maior, composto  por sete pavimentos onde estão localizados os apartamentos. A entrada do hotel tem portas de vidro e fica na parte central do  prédio frontal que avança formando uma saliência com dois degraus em concreto para o acesso e estão entre decks de madeira,  sendo o deck da direita, mais alto. A fachada do prédio frontal é composto à esquerda por janelões envidraçados e à direita,  por uma parede em concreto sustentada por seis colunas com quatro aberturas superiores retangulares localizadas na  extremidade direita. Acima, o teto é reto. No pavimento superior, sobrepostos em quase toda altura dos janelões há uma  grade horizontalizada vermelha destacando a fachada, a grade, ocupa toda extensão envidraçada. O piso externo é formado  por um deck em madeira que começa estreito na lateral esquerda e aumenta acompanhando a saliência quadrangular do prédio, onde um teto suspenso apoiado por uma coluna protege parte do prédio central e superior esquerdo. Atrás, o outro prédio, é  composto por sete pavimentos e abriga todos os apartamentos. Toldos amarelos e placas coloridas em vermelho e amarelo  intercalam e realçam o segundo, quarto, quinto e sexto andares. No topo, há uma cobertura aérea sustentada por oito colunas  abrangendo parte do terraço. No térreo, localizam-se uma academia de ginástica com piscina térmica, área social e de descanso  e um refeitório para os funcionários. À esquerda dos dois prédios, há uma grande piscina quadrada e ambientes ao ar livre   formados por vegetação e canteiros. Fim da descrição.


Roteiro de AD

Link: http://youtu.be/_cteXuEPByY

A fotografia em fundo amarelo mostra a maquete de um hotel de luxo moderno, o hotel Furiel Bela Vista. O projeto apresenta dois prédios retangulares: um de dois pavimentos na parte frontal do terreno, destacado por linhas arquitetônicas horizontais e que contem a recepção, lounge, café e restaurante e também um centro de eventos. Atrás do prédio frontal há outro, maior, composto por sete pavimentos onde estão localizados os apartamentos.
A entrada do hotel tem portas de vidro e fica na parte central do prédio frontal que avança formando uma saliência com dois degraus em concreto para o acesso e estão entre decks de madeira, sendo o deck da direita, mais alto.
A fachada do prédio frontal é composto à esquerda por janelões envidraçados e à direita, por uma parede em concreto sustentada por seis colunas com quatro aberturas superiores retangulares localizadas na extremidade direita. Acima, o teto é reto. No pavimento superior, sobrepostos em quase toda altura dos janelões há uma grade horizontalizada vermelha destacando a fachada, a grade, ocupa toda extensão envidraçada.
O piso externo é formado por um deck em madeira que começa estreito na lateral esquerda e aumenta acompanhando a saliência quadrangular do prédio, onde um teto suspenso apoiado por uma coluna protege parte do prédio central e superior esquerdo.
Atrás, o outro prédio, é composto por sete pavimentos e abriga todos os apartamentos.
Toldos amarelos e placas coloridas em vermelho e amarelo intercalam e realçam o segundo, quarto, quinto e sexto andares.
No topo, há uma cobertura aérea sustentada por oito colunas abrangendo parte do terraço.
No térreo, localizam-se uma academia de ginástica com piscina térmica, área social e de descanso e um refeitório para os funcionários.
À esquerda dos dois prédios, há uma grande piscina quadrada e ambientes ao ar livre  formados por vegetação e canteiros.

Fim da descrição.


Roteiro e audiodescrito por Marcia Oshiro

Revisão: Marcos Fidalgo

Supervisão: Sergio Roesch da Silva



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Dica de Livro - “O Menino dos Dedos Tristes” de Josélia Neves, Ed. Alfarroba



Descrição
“O menino dos dedos tristes” mais não é do que um apelo à criação de livros em formato alternativo e um exemplo de como um livro multiformato se pode “abrir” a novos leitores e a novas leituras. Simultaneamente lúdico e didático, tocará pequenos e grandes e servirá de estímulo a atitudes mais inclusivas e à criação de conteúdos acessíveis a pessoas com necessidades especiais. Para que todos o possam ler, a obra vem acompanhada de um CD no qual se disponibilizam versões em formatos alternativos que podem ser reproduzidos livremente para fins lúdico-didáticos:
1. Audiolivro com soundpainting;
2. Descrição dos três quadros que serviram de base à ilustração da obra.
3. Videolivro em Língua Gestual Portuguesa (LGP);
4. Videolivro em Língua Gestual Portuguesa com legendas glosadas;
5. Videolivro em Língua Gestual Portuguesa com legendas do texto original;
6. Versão pictográfica (SPC);
7. Lista pictogramas (SPC);
8. Versão em formato .wif para impressão em Braille (sobre versão a tinta ou a branco);
9. Ilustrações para impressão em relevo.

As versões em Braille e em SPC podem ser reproduzidas de forma fácil, desde que se reúnam os materiais e as condições técnicas necessárias à sua execução. Para facilitar a tarefa, no CD encontrará também instruções detalhadas sobre como criar o livro nestes dois formatos alternativos.
O CD contém ainda uma pasta com utilitários que poderão auxiliar a abertura ou execução de alguns ficheiros.