Foto em fundo desfocado. Ao centro, sobre um tampo claro, um sousplat branco de louça, dentro, um bolo, composto por sete camadas grossas intercaladas. Na base, disco de bolo de chocolate, acima, disco de leite condensado com paçoca e assim sucessivamente até o topo, que finaliza com um creme de chocolate derretido formando ondas ao redor da superfície polvilhada com farelos de paçoquinhas. Bem no meio do bolo, quatro paçocas tipo rolha sobrepostas e inteiras dão um toque especial e finalizam a decoração.
Com esta imagem desejamos um Feliz Dia de São João!
quarta-feira, 24 de junho de 2020
domingo, 21 de junho de 2020
Eclipse solar anular...
No dia 21 de junho de 2020, acontece o primeiro eclipse solar anular do ano. O aguardado fenômeno não poderá ser visto a olho nu no Brasil, mas existe a possibilidade de assisti-lo ao vivo pela internet.
O eclipse anular, consiste em um tipo de eclipse parcial, no qual a Lua não consegue cobrir totalmente o Sol, ao passar entre ele e a Terra. Dessa forma, é possível ver as bordas do astro brilhar atrás da Lua.
Conforme o Space.com, o evento será visível em várias regiões da Ásia e da África. Quem estiver na Índia, Paquistão, Arábia Saudita, República Democrática do Congo, Etiópia, Omã, Iêmen, Taiwan, Etiópia e Sudão, entre outros países, terá boa visibilidade do fenômeno, assim como no norte da Austrália e na porção norte do Oceano Pacífico.
Descrição: Foto de um céu alaranjado com poucas nuvens. Ao centro, um anel brilhante de fogo. Ao redor, um clarão dourado irradia os tons em degradée do amarelo, laranja e vermelho.
O eclipse anular, consiste em um tipo de eclipse parcial, no qual a Lua não consegue cobrir totalmente o Sol, ao passar entre ele e a Terra. Dessa forma, é possível ver as bordas do astro brilhar atrás da Lua.
Conforme o Space.com, o evento será visível em várias regiões da Ásia e da África. Quem estiver na Índia, Paquistão, Arábia Saudita, República Democrática do Congo, Etiópia, Omã, Iêmen, Taiwan, Etiópia e Sudão, entre outros países, terá boa visibilidade do fenômeno, assim como no norte da Austrália e na porção norte do Oceano Pacífico.
Descrição: Foto de um céu alaranjado com poucas nuvens. Ao centro, um anel brilhante de fogo. Ao redor, um clarão dourado irradia os tons em degradée do amarelo, laranja e vermelho.
Ginkgo Biloba
A natureza sempre nos surpreendendo com suas obras-primas! É o caso da ginkgo biloba de 1.400 anos na China, que atrai todos os anos milhares de pessoas às montanhas Zhongnan. A árvore, que foi plantada durante a dinastia Tang (618-907), é conhecida por sua longevidade, sendo considerada a mais antiga existente..O ginkgo é uma árvore de folha caduca (folha que cai nas estações mais frias) e pode alcançar até 30 ou 40 m de altura. As braçadas dos galhos apontam para todas direções e as folhas agrupadas na terminação dos brotos laterais curtos e grossos, recobertos pelas cicatrizes das folhas velhas, muito característico, com pecíolo comprido. São largamente pecioladas, dilatadas em forma de abano, possuem o bordo superior irregularmente dentado, com uma profunda incisão a dividir em dois lóbulos, e com abundantes nervuras paralelas; são de cor verde-claro, ficando amareladas antes de caírem.
Descrição: Foto. Ao centro do pátio do templo budista Gu Guanyin, o Ginkgo. Imponente, copa baixa, arredondada e dourada. Chão liso sobre a grama verde e bem aparada, um mar amarelado composto pela queda das folhas. Próximo ao robusto tronco, uma base retangular de concreto, acima um buda. Ao fundo, à esquerda, próximo ao muro de tijolos, uma mesa e seis banquinhos bojudos de pedra e à direita, uma cerca.
Descrição: Foto. Ao centro do pátio do templo budista Gu Guanyin, o Ginkgo. Imponente, copa baixa, arredondada e dourada. Chão liso sobre a grama verde e bem aparada, um mar amarelado composto pela queda das folhas. Próximo ao robusto tronco, uma base retangular de concreto, acima um buda. Ao fundo, à esquerda, próximo ao muro de tijolos, uma mesa e seis banquinhos bojudos de pedra e à direita, uma cerca.
quinta-feira, 18 de junho de 2020
3500 calorias
Foto. Sobre um tampo de madeira, um prato branco, dentro, um bolo com furo no meio, recém desenformado. Exala uma névoa esbranquiçada do bolo quase todo preto, de aspecto duro, lateral com rachadura. Na parte interna do furo, ainda percebe-se um marrom escuro e no topo do bolo, falta uma lasca que está caída sobre o tampo próximo ao prato. No topo, sobre uma tarja laranja, em letras brancas lê-se: Hoje queimei três mil e quinhentas calorias.
terça-feira, 16 de junho de 2020
Museu de Arte subaquática (MOUA)
O Museu de Arte Subaquática (MOUA), na Grande Barreira de Corais da Austrália.
A única peça visível, “Ocean Siren”, é uma escultura movida a energia solar de uma jovem indígena, uma aborígene local, projetada pelo artista Jason deCaires Taylor. A estátua muda de cor como um sinal de alerta para o aquecimento global, usando dados sobre a temperatura da água provenientes do Instituto Australiano de Ciências Marinhas, alertando simultaneamente os navios e mergulhadores sobre a presença daquele museu. Sob as águas estão as obras de arte, um conjunto de vinte esculturas que se encherão de corais ao longo do tempo para atrair nova vida marinha à grande barreira.
Descrição: Foto. No céu, nuvens escuras e esparsas, entre elas, o clarão prateado de um luar forte que reflete sobre a superfície do mar a trinta metros da costa, próximo ao Strand Pier. “Ocean Siren”. A escultura de cinco metros de altura, está de costas, em pé com o braço esquerdo em arco e mão apoiada na cintura, o outro braço ao alto e na mão, segura um bastão sinalizador. Em mutação de cores, o amarelo, laranja e verde mesclam-se, no tronco, membros superiores e inferiores; na cabeça, azul escuro; e algumas pinceladas de azul e branco, nas nádegas e ao longo do corpo. Ao longe, à esquerda, o perfil de uma colina.
A única peça visível, “Ocean Siren”, é uma escultura movida a energia solar de uma jovem indígena, uma aborígene local, projetada pelo artista Jason deCaires Taylor. A estátua muda de cor como um sinal de alerta para o aquecimento global, usando dados sobre a temperatura da água provenientes do Instituto Australiano de Ciências Marinhas, alertando simultaneamente os navios e mergulhadores sobre a presença daquele museu. Sob as águas estão as obras de arte, um conjunto de vinte esculturas que se encherão de corais ao longo do tempo para atrair nova vida marinha à grande barreira.
Descrição: Foto. No céu, nuvens escuras e esparsas, entre elas, o clarão prateado de um luar forte que reflete sobre a superfície do mar a trinta metros da costa, próximo ao Strand Pier. “Ocean Siren”. A escultura de cinco metros de altura, está de costas, em pé com o braço esquerdo em arco e mão apoiada na cintura, o outro braço ao alto e na mão, segura um bastão sinalizador. Em mutação de cores, o amarelo, laranja e verde mesclam-se, no tronco, membros superiores e inferiores; na cabeça, azul escuro; e algumas pinceladas de azul e branco, nas nádegas e ao longo do corpo. Ao longe, à esquerda, o perfil de uma colina.
Jimmy ao sol...
No quintal, sob um sol vibrante, um varal de chão. Na parte superior do varal, à esquerda, com leve inclinação para cima, aproximadamente dez bichinhos de pelúcia coloridos e agrupados, bem juntinhos. À direita, na parte horizontal do varal, o Jimmy, um cãozinho da raça Shih Tzu sentadinho sobre uma fofa almofada bege. Todos de banho tomado, sequinhos e em pose para a foto. Ao longe, área da casa em desfoque.
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Dia dos Namorados!
A Dama e o Vagabundo (Lady and the Tramp)
São vários os beijos eternizados no cinema. Claro que um deles acontece em um jantar com estes dois cachorrinhos. A Dama e o Vagabundo se apaixonam assim que se conhecem. Ele, em uma noite romântica, a convida para jantar no restaurante de uns amigos humanos, especializado em massas.
Vagabundo é um vira-lata de pelagem marrom com mandíbulas, pescoço e peito, bege. Focinho preto e grande, assim também os olhos e as orelhas.
Dama é uma Cocker Spaniel com pelagem caramelo, mais densa nas orelhas compridas em tom avermelhado. Dama usa uma coleira azul com plaquinha de identificação dourada.
Descrição: A Dama e o Vagabundo estão sob o luar sentados lado a lado em frente a uma travessa branca com uma farta macarronada. Ambos sugam o mesmo fio de macarrão, as bocas aproximam-se. Enamorados, olham para o alto em lados opostos.
Com esta imagem desejamos um Feliz Dia dos Namorados!
São vários os beijos eternizados no cinema. Claro que um deles acontece em um jantar com estes dois cachorrinhos. A Dama e o Vagabundo se apaixonam assim que se conhecem. Ele, em uma noite romântica, a convida para jantar no restaurante de uns amigos humanos, especializado em massas.
Vagabundo é um vira-lata de pelagem marrom com mandíbulas, pescoço e peito, bege. Focinho preto e grande, assim também os olhos e as orelhas.
Dama é uma Cocker Spaniel com pelagem caramelo, mais densa nas orelhas compridas em tom avermelhado. Dama usa uma coleira azul com plaquinha de identificação dourada.
Descrição: A Dama e o Vagabundo estão sob o luar sentados lado a lado em frente a uma travessa branca com uma farta macarronada. Ambos sugam o mesmo fio de macarrão, as bocas aproximam-se. Enamorados, olham para o alto em lados opostos.
Com esta imagem desejamos um Feliz Dia dos Namorados!
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